Esta ação do Plano Plurianual (PPA) atua diretamente ou contribui com recursos orçamentários para o alcance dos seguintes
| Instrumento |
Meta |
Avaliação 2010 |
Trimestres 2011 |
Resultados esperados ( Planejamento ) |
Avaliação / Resultados Alcançados ( Acompanhamento ) |
| PMCL |
1.01 - Desenvolvimento do modelo brasileiro do sistema climático global e de seus componentes. Testes para o ajustamento do modelo e de seus componentes podem gerar ate 4TB (terabyte) em volume de informação. |
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1º |
Testes realizados por módulos (oceanos-salinidade, sedimentos, fluxos de energia). |
Testes realizados pelos diferentes módulos. |
| 2º |
Testes realizados por módulos (hidrologia superficial e profunda, vegetação). |
Foram realizados mais de 50 testes do acoplamento dos módulos em rodadas do modelo brasileiro do sistema climático global. Durante os testes os modelos são rodados 'off line'. Dessa forma é possível verificar se eles funcionam quando acoplados com o modelo global. Primeiro, cada módulo (hidrologia superficial e profunda e vegetação) é testado separadamente com o modelo global e posteriormente testado com os dois módulos acoplados entre eles e o modelo global. O objetivo é saber se são numericamente compatíveis e se os resultados são fisicamente possíveis. |
| 3º |
Testes realizados por módulos (química da atmosfera e aerossóis de queima de biomassa). |
Foram realizados mais de 60 testes do acoplamento dos módulos do chamado HPR-Hot Plume Rise ou esquema que inclui a química atmosférica e os efeitos das queimadas no clima nas rodadas do modelo brasileiro do sistema climático global. Avaliações foram feitas em comparação entre as simulações do modelo com observações de chuva e temperatura. |
| 4º |
Testes realizados entre as componentes e o modelo principal. |
Foram realizados mais de 50 testes do modelo com as componentes Atmosfera, Oceano e Superfície. Realização de workshop do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global (MBSCG) entre os dias 23 e 25 de novembro de 2011. Avaliação sobre a performance do MBSCG durante o workshop. |
| PMCL |
1.02 - Desenvolver o módulo de esquemas de vegetação e uso da terra no Brasil que possam ser usados no modelo de superfície acoplado ao Modelo Brasileiro do sistema climático global para a elaboração de cenários futuros. |
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1º |
Continuação dos testes já começados em 2010 entre os diferentes sub modelos do modelo de vegetação. |
Foi dado continuidade aos testes iniciados em 2010 entre os diferentes submodelos do modelo de vegetação. |
| 2º |
Testes realizados entre os diferentes sub modelos do modelo de vegetação. |
Foram realizados mais de 50 testes do acoplamento dos módulos em rodadas do modelo brasileiro do sistema climático global. Durante os testes os modelos são rodados 'off line'. Dessa forma é possível verificar se eles funcionam quando acoplados com o modelo global. Primeiro, cada sub modelo de tipo de vegetação é testado separadamente com o modelo global e posteriormente testado com os dois módulos acoplados entre eles e o modelo global. O objetivo é saber se são numericamente compatíveis e se os resultados são fisicamente possíveis. |
| 3º |
Testes adicionais realizados entre os diferentes sub modelos do modelo de vegetação e o modelo principal. |
Mais de 30 testes foram feitos considerando o modelo de vegetação dinâmica do INPE rodados no modelo brasileiro do sistema climático global. |
| 4º |
Continuação de testes realizados entre o modelo de vegetação e o modelo principal. |
Mais de 30 testes foram feitos considerando o modelo de superfície IBIS com vegetação dinâmica acoplado ao modelo brasileiro do sistema climático global. |
| PMCL |
2.01 - Gerar 1 cenário de mudanças ambientais globais e de extremos em alta resolução espacial nos últimos 50 anos e para os próximos 30, 50, 70 e 100 anos e seus efeitos sobre o território nacional. |
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1º |
Geração do quarto grupo de cenários de extremos de temperatura e precipitação até 2100. |
Foram gerados o quarto grupo de cenários de extremos de temperatura e precipitação até 2100. As análises fazem parte de dois artigos científicos, um deles já aceito para publicação e o segundo ainda esta em processo de revisão. Estes cenários geraram material que foram apresentados em 6 reuniões científicas internacionais durante o primeiro trimestre 2011. |
| 2º |
Geração do quarto grupo de cenários de extremos de temperatura até 2100. |
Produzidos 4 grupos de cenários de extremos climáticos para o futuro. Estes cenários já estão sendo usados em estudos de mudanças climáticas que estão sendo desenvolvidos no INPE, universidades, ONGs e outros grupos de pesquisa no Brasil e no exterior. |
| 3º |
Geração do quarto grupo de cenários de extremos de balanço hídrico até 2100. |
Com os resultados alcançados no trimestre anterior (4 grupos de cenários de extremos climáticos para o futuro) foram gerados cenários do balanço hídrico P-E (Precipitação menos evaporação ate 2100). Estas análises serão consideradas para vários estudos, entre eles estudos de mudanças climáticas e desertificação no Nordeste e na America Latina.Uma apresentação sobre desertificação em Mendoza, Argentina feita no evento ICID +19 considerando os extremos projetados do balanço hídrico na America do Sul ate 2100. |
| 4º |
Integração do quarto grupo com os 3 grupos de cenários já gerados em 2010, mas com ênfase em extremos de clima e análises de incertezas. Serão gerados 2 artigos científicos e um 'ensemble' dos 4 cenários gerados entre 2010 e a ser gerados em 2011. |
As análises integradas dos quatro cenários futuros de clima até 2100 foram realizadas; dois artigos sobre análises de incertezas e extremos de clima na megacidade de São Paulo foram submetidos e um terceiro artigo sobre extremos na América do Sul está em preparação. |
| PMCL |
2.02 - Desenvolver estudos e análises de mudanças climáticas para subsídio a políticas públicas e planejamento estratégico dos setores econômicos, desenvolvimento sócio econômico, agronegócio, energia elétrica e energias naturais. |
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1º |
Relatórios gerados para alguns dos setores estratégicos, mínimo de 1 relatório por trimestre e banco de dados correspondente usando os cenários novos gerados na sub meta 2.1, em conjunto com a Rede Clima e INCT-Mudanças Climáticas. |
A produção dos relatórios foi finalizada. |
| 2º |
Conferência regional de mudanças climáticas para América do Sul e Central, planejada em conjunto com o IPCC Grupo de trabalho 2, em SJC, e uma conferência internacional de mudanças climáticas em SP,Abril 2011. |
Conferência regional de mudanças climáticas do IPCC realizada na cidade de São José dos Campos, de 11 a 13 de abril de 2011. Mais de 50 pessoas de 13 países participaram desta conferência, entre elas 8 autores do IPCC GT2. |
| 3º |
Relatórios gerados o restante dos setores estratégicos, mínimo de 1 relatórios por trimestre e banco de dados correspondente usando os cenários novos gerados na sub meta 2.1, em conjunto com a Rede Clima e INCT-Mudanças Climáticas. |
O banco de dados está em preparação para ser colocado no site do CCST INPE. Os estudos de mudanças climáticas e impactos em setores estratégicos (megacidades, agricultura, saúde) produzidos no período serão apresentados no Simpósio Internacional de Climatologia (SIC) em João Pessoa, PB e na Open Science conference em Denver of thr World Climate Resarch program-WCRO ou Programa Mundial de Pesquisa no Clima), Colorado, USA, assim como em reuniões internacionals como o IAI-Cuernavaca, México e na Environmental Services for Poverty Alleviation-ESPA-Edimburgo, UK. |
| 4º |
Relatórios finais para os setores econômicos, desenvolvimento sócio econômico, agronegócio, energia elétrica e energias naturais que inclui os relatórios, anteriores e os resultados da conferência nacional, com banco de dados correspondente, e considerando as projeções de extremos climáticos e os seus impactos nos vários setores estratégicos considerados. |
O banco de dados está em preparação. Os resultados dos modelos estão sendo distribuídos aos solicitantes por meio de discos rígidos, devido ao grande volume dos arquivos (da ordem de gigabytes). Foram preparados e atendidos 12 pedidos do Brasil e do exterior. Os resultados foram apresentados numa conferência internacional em Denver, no mês de outubro; numa conferência em Lima, no mês de novembro; e também num evento em San Francisco, no mês dezembro. |
| PMCL |
3.01 - Desenvolver avaliações integradas de clima, vulnerabilidade e impactos segundo os moldes do IPCC para o Brasil, liderados pelo INPE e com colaboração de outros órgãos do governo federal e estadual. |
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1º |
Realização de 2 reuniões do PBMC (IPCC Brasil) para definir as ações a ser realizadas no GT1. |
Foram realizadas duas reuniões do PBMC, onde todos os autores participaram (mais de 50 pessoas). |
| 2º |
Realização de 2 reuniões de coordenação para os Gt1 do PBMC para fechar o outline do Relatório do GT1. |
Realizada uma reunião do GT1 do Programa Brasileiro de Mudanças Climáticas no Rio de Janeiro. O documento final está na fase de produção. |
| 3º |
Realização de uma reunião dos vários capítulos (11) do GT1 para fechar as contribuições de todos os autores já selecionados em 2010. |
Foi realizada uma reunião de trabalho no mês de setembro em SP, e o GT1 esta avançando o relatório final (70% pronto). Parte dos relatórios (os Sumários Executivos) deverão estar prontos para serem apresentados na reunião Rio+20, em RJ, Junho 2012. |
| 4º |
Preparação do Relatório parcial e Sumário Executivo do GT1. |
Os relatórios estão em elaboração. O sumário executivo dos relatórios dos 3 grupos de trabalho do PBMC também estão em preparação e deverão ser finalizados até junho de 2012, quando serão apresentados na Rio+20. |
| PMCL |
3.02 - Desenvolver estudos do impacto das mudanças climáticas integradas ao uso/ocupação da terra sobre os recursos hídricos superficiais. |
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1º |
Realização de testes para gerar modelos integrados de impactos de mudanças de uso da terra com modelos hidrológicos, presente e futuro, para áreas urbanas e rurais, e em ambientes urbanizados, caso de SP. Estes modelos serão integrados no modelo brasileiro do sistema climático global. |
Testes realizados em off-line. A geração de modelos integrados esta prevista para a segunda metade de 2011. |
| 2º |
Realização de testes com modelos de recursos hídricos para gerar modelos integrados de impactos, alocados a áreas rurais e urbanas de grandes megacidades, caso de RJ. Estes modelos serão integrados no modelo brasileiro do sistema climático global. |
Os modelos ainda estão em fase de testes e orientados para desastres naturais em áreas urbanas e rurais. Os testes de modelos hidrológicos com modelos de impactos estão sendo tratados como tarefas relevantes da nova sub rede de desastres naturais da Rede Clima e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais do MCT, criado pelo Decreto nº 7.513, de 1º de julho de 2011, sediado em Cachoeira Paulista. |
| 3º |
Realização de testes para gerar modelos integrados de impactos de mudanças de uso da terra com modelos hidrológicos, presente e futuro, para grandes cidades (BH, Salvador, Recife), incluindo no possível elevação do nível do mar. Estes modelos serão integrados no modelo brasileiro do sistema climático global. |
Os modelos ainda estão em fase de testes e orientados para desastres naturais em áreas urbanas e rurais. Os testes de modelos hidrológicos com modelos de impactos estão sendo tratados como tarefas relevantes da nova sub rede de desastres naturais da Rede Clima e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais do MCT, criado pelo Decreto nº 7.513, de 1º de julho de 2011, sediado em Cachoeira Paulista. Mapas de mudanças da terra ainda não foram terminadas, e esperamos terminar isso ainda neste ano, junto com um projeto com a ANEEL. |
| 4º |
Elaboração de 4 Relatórios gerados com cenários de clima e recursos hídricos futuros derivados de modelos hidrológicos e mudanças de uso da terra, com mapas temáticos em formato GIS e bancos de dados correspondentes, para Brasil e com ênfase em áreas rurais e urbanas. Os mapas incluirão as projeções de clima futuro associadas mudanças no uso da terra derivadas do modelo brasileiro do sistema climático global. |
Três relatórios foram elaborados, como parte do INCT Mudanças Climáticas e Rede Clima, com a componente de recursos hídricos para algumas bacias do Brasil. |
| PMCL |
3.03 - Gerar cenários para a bacia do Tocantins e iniciar os estudos nas bacias do Madeira e Tapajós relevantes a Rede CLIMA e INCT-Mudanças Climáticas (meta avançada somente 40% em 2010 devido falta de recursos e de pessoal). |
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1º |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Tocantins usando os novos cenários e 40 km gerados na meta 1. |
Submetido para revisão 1 artigo científico com as análises dos cenários climáticos para a bacia do Tocantins. |
| 2º |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Madeira usando os novos cenários e 40 km gerados na meta 1. |
Realizado o acoplamento do modelo hidrológico da bacia do Rio Madeira com os cenários de 40 km de clima futuro derivados do modelo regional Eta. Foram gerados alguns dos resultados preliminares que precisam ser formatados para publicação de artigo cientifico. |
| 3º |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Purus usando os novos cenários e 40 km gerados na meta 1. |
Realizado o acoplamento do modelo hidrológico da bacia do Rio Purus com os cenários de 40 km de clima futuro derivados do modelo regional Eta. Foram gerados alguns dos resultados preliminares que precisam ser formatados para publicação de artigo científico. Estes dados estão sendo usados na tese de um estudante da PGMET (Pós-Graduação de Meteorologia). |
| 4º |
3 Relatórios gerados com cenários de clima e recursos hídricos futuros derivados de modelos climáticos e hidrológicos, com mapas temáticos em formato GIS e bancos de dados correspondentes para as bacias do Tocantins, Madeira e Purus. |
Dois relatórios foram gerados para as bacias do Rio Tocantins e do Madeira. |
| PMCL |
4.01 - Desenvolver produtos e serviços para estratégias empresariais de desenvolvimento e projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e créditos de carbono. |
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1º |
Geração de guias de implementação e normas metodológicas para modelos e metodologias que irão assessorar empresas em projetos de MDL e desenvolver o inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Brasil: Número de empresas assessoradas e número de guias metodológicas preparadas. |
As guias de implementação ainda não foram geradas por não ter ocorrido ainda a interação com as empresas. |
| 2º |
Metodologias para desenvolver inventários de GEE no Brasil , conteúdos numa guia explicativa atualizada (produção de uma guia na forma de relatório). |
Ainda em desenvolvimento as Metodologias entre os grupos de pesquisa do INPE/CST com os grupos da Rede Clima. Falta finalizar a guia explicativa que está em fase de revisão entre vários grupos de pesquisa da Rede Clima e do INPE/CCST. |
| 3º |
Relatórios com resultados para Amazônia legal. |
Meta cancelada por falta de recursos humanos. |
| 4º |
Relatórios com resultados para outros biomas, começando com o cerrado em 2011. |
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