O programa tem por objetivo expandir a capacidade científica, tecnológica e institucional do Brasil em Mudanças Climáticas Globais, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o fenômeno, identificar os impactos e avaliar vulnerabilidades sobre o país, buscar soluções de mitigação, subsidiar políticas públicas de enfrentamento do problema nos planos nacional e internacional e contribuir para a implementação do Plano Nacional de Mudanças Climáticas.
A sustentabilidade do desenvolvimento do Brasil está fortemente relacionada à capacidade de resposta aos desafios e oportunidades associados às mudanças climáticas. O Brasil é vulnerável às variações atuais do clima com seus extremos e mais ainda às mudanças climáticas que se projetam para o futuro. A economia brasileira é fortemente baseada em recursos naturais diretamente dependentes do clima. Nossas fontes de energia renovável, agricultura e biodiversidade são potencialmente vulneráveis a essas mudanças.
As desigualdades regionais e sociais tornam largos extratos da população vulneráveis à variabilidade e aos extremos climáticos. O desenvolvimento sustentável do país depende da busca de adaptação às mudanças climáticas em todos os setores, além da redução do risco futuro através da mitigação das emissões.
Este instrumento de gestão (programa interno ou unidade organizacional) atua diretamente ou contribui para o alcance dos seguintes
| Desenvolver produtos e serviços para estratégias empresariais de desenvolvimento e projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e créditos de carbono |
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PL |
Geração de guias de implementação e normas metodológicas para modelos e metodologias que irão assessorar empresas em projetos de MDL e desenvolver o inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Brasil: Número de empresas assessoradas e número de guias metodológicas preparadas |
Metodologias para desenvolver inventários de GEE no Brasil |
Relatórios com resultados para Amazônia |
Relatórios com resultados para outros biomas |
| AC |
Gerada uma guia de implementação (relatório técnico cientifico) de aplicação ao modelo de estimativa de emissões de gases a partir do desmatamento da Amazônia. Estabelecer cooperação entre o INPE e empresas de reflorestamento. É necessário que haja mais contatos diretos entre a chefia do CCST e possíveis setores interessados. |
| AV |
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| Desenvolver o módulo de esquemas de vegetação e uso da terra no Brasil que possam ser usados no modelo de superfície acoplado ao Modelo Brasileiro do sistema climático global para a elaboração de cenários futuros |
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PL |
Atualização das condições de contorno (mapas de vegetação, solos, topografia) que servirão para rodar os sub componentes do módulo de vegetação do modelo |
Testes realizados entre os diferentes sub modelos do modelo de vegetação |
Testes realizados entre os diferentes sub modelos do modelo de vegetação e o modelo principal |
Testes realizados entre o modelo de vegetação e o modelo principal |
| AC |
Continuam os testes com a primeira versão do mapa de vegetação no modelo climático brasileiro. Versão atual ainda em aprimoramento. |
| AV |
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| Desenvolvimento do modelo brasileiro do sistema climático global e de seus componentes |
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PL |
Testes realizados por módulos (oceanos) |
Testes realizados por módulos (hidrologia, vegetação) |
Testes realizados por módulos (química da atmosfera.) |
Testes realizados entre as componentes e o modelo principal |
| AC |
Em fase de finalização a nova versão do modelo. Continuam os testes para o ajustamento do modelo que gerou cerca de 2TB (terabyte). Em fase de testes a nova versão do modelo com a inclusão de gelo marinho e novos mapas de vegetação. |
| AV |
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| Gerar cenários para a bacia do Tocantins e iniciar os estudos nas bacias do Madeira e Tapajós relevantes a Rede CLIMA e INCT-Mudanças Climáticas. |
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PL |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Tocantins. |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Madeira. |
Realização de testes com modelos regionais climáticos e de recursos hídricos para o futuro na bacia do Purus. |
Relatórios gerados com cenários de clima e recursos hídricos futuros derivados de modelos climáticos e hidrológicos, com mapas temáticos em formato GIS e bancos de dados correspondentes para as bacias do Tocantins, Madeira e Purus. |
| AC |
Relatório para o rio Tocantins ainda em processo de atualização. O prazo para finalização do relatório foi adiado para 2011 Existem problemas de falta de recursos humanos e também de redefinição de prioridades de pesquisa da coordenação geral do CCST. Estabelecer cooperação com outros grupos de pesquisa na área de hidrologia no país. O objetivo é contratar pessoal para operacionalizar esse trabalho, em apoio com os cientistas líderes. |
| AV |
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| Desenvolver avaliações integradas de clima, vulnerabilidade e impactos segundo os moldes do IPCC para o Brasil, liderados pelo INPE e com colaboração de outros órgãos do governo federal e estadual. |
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PL |
Realização de reuniões de implementação do PBMC (IPCC Brasil). |
Realização de reuniões de coordenação para os 3 grupos de trabalho. |
Preparar o outline do relatório do GT1. |
Relatório parcial do GT1. |
| AC |
Definidos os Chairs dos GT1, 2 e 3 , que já selecionaram a lista de autores por capitulo do relatório. Os nomes deverão ser confirmados ou não pelo comitê executivo, que vai se reunir em Julho no INPE SJC. Os GT são: GT1-aspectos científicos, GT2 - impactos e vulnerabilidade e GT3 - mitigação. Definidos os GTs e os membros dos grupos, reuniões iniciadas. Definidos os autores e revisores do relatório do GT1. Existem problemas na liberação dos recursos (inicialmente oferecidos pelo MCT e MMA) o que resulta em dificuldades para garantir as reuniões dos grupos e conseqüentemente para o cumprimento dos resultados das metas. |
| AV |
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| Gerar 1 cenário de mudanças ambientais globais e de extremos em alta resolução espacial nos últimos 50 anos e para os próximos 30, 50, 70 e 100 anos e seus efeitos sobre o território nacional. |
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PL |
Geração do segundo cenário com CI para clima do presente e futuro baixo altas emissões. |
Geração do segundo cenário com CI para clima do presente e futuro baixo emissões intermédias. |
Geração do segundo cenário com CI para clima do presente e futuro para altas emissões. |
Geração do conjunto de cenários de clima futuro baixo: vários cenários de emissões e análises de incertezas de projeções até 2100. |
| AC |
Gerado o terceiro grupo de cenários (para o presente 1961-1990 e futuro 2010-2100), análises dos cenários e mapeamento das projeções climáticas futuras para os períodos 2010-2040, 2041-2070 e 2071-2100. Estas análises permitirão a preparação de artigos científicos. Foram gerados os 4 cenários previstos para 2010, usando o modelo Eta 40 km, para 2010-2100 e 1961-90, e 2 artigos científicos já foram gerados. É necessário mais recursos humanos para poder processar estes dados e organizar em bancos de dados. Muitos dos trabalhos foram feitos por bolsistas de projetos que já terminam seus contratos em dezembro 2010. |
| AV |
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| Desenvolver estudos do impacto das mudanças climáticas integradas ao uso/ocupação da terra sobre os recursos hídricos superficiais. |
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PL |
Obter cenários de usos de terra atual usando produtos de IBGE e sensoriamento remoto para vários períodos de tempo, que vão ser usados como condições de contorno para modelos integrados. |
Realização de testes com modelos de recursos hídricos para gerar modelos integrados de impactos. |
Realização de testes para gerar modelos integrados de impactos de mudanças de uso da terra com modelos hidrológicos, presente e futuro. |
Relatórios gerados com cenários de clima e recursos hídricos futuros derivados de modelos hidrológicos e mudanças de uso da terra, com mapas temáticos em formato GIS e bancos de dados correspondentes. |
| AC |
Relatórios serão terminados na primeira metade de 2011. Para poder desenvolver os relatórios de uma forma mais abrangente, foi realizado o II Workshop do Programa em Mudanças Climáticas (INCT para Mudanças Climáticas) Componente: Recursos Hídricos. Na oportunidade, os diversos grupos que integram o sub-projeto apresentaram resultados das pesquisas em andamento com ênfase para a análise dos impactos dos cenários do IPCC em bacias hidrográficas da Amazônia, rio São Francisco, rio Grande e semiárido do Nordeste. Aspectos como abastecimento humano, geração de energia e irrigação têm sido abordados nas pesquisas. Uma das preocupações da componente é a homogeneização de metodologias para a correção de tendenciosidades na precipitação calculada pelos modelos climáticos e a construção de um inventário dos trabalhos da área de Clima e Recursos Hídricos no Brasil. Precisamos de recursos humanos para poder processar estes dados e organizar em bancos de dados. Muitos dois trabalhos foram feitos por bolsistas de projetos que já terminam em dezembro 2010. |
| AV |
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| Desenvolver estudos e análises de mudanças climáticas para subsídio a políticas públicas e planejamento estratégico dos setores econômicos, desenvolvimento sócio econômico, agronegócio, energia elétrica e energias naturais. |
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PL |
Relatórios gerados para cada setor, mínimo de 2 relatórios por trimestre e banco de dados correspondente. |
Relatórios gerados para cada setor, mínimo de 2 relatórios por trimestre e banco de dados correspondente. |
Conferência nacional planejada para apresentar estudos discutidos nos relatórios anteriores (São José dos Campos/SP -Setembro 2010). |
Relatórios finais para os setores econômicos, desenvolvimento sócio econômico, agronegócio, energia elétrica e energias naturais que inclui os relatórios anteriores e os resultados da conferência nacional, com banco de dados correspondente. |
| AC |
Atualização dos relatórios para o Setor Econômico com seus respectivos bancos de informações, sendo desenvolvida pela Rede Clima e pelo INCT-Mudanças Climáticas. Apresentação dos resultados em conferências científicas nacionais e internacionais. Reunião de apresentação de resultados dos INCTs em Brasília, Novembro 2010. Realização de eventos regionais (reuniões e workshops no INPE, FEA-USP) sobre o tema, organizadas em conjunto pela Rede Clima e INCT para Mudanças Climáticas Estudos sendo desenvolvidos conjuntamente com a rede Clima e INCT para mudanças climáticas. Os avanços destes trabalhos dependem unicamente de bolsas para estes projetos. Não há funcionários do INPE trabalhando integralmente neste componente. |
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| Criação e atualização do grupo de trabalho de avaliação de estudos de vulnerabilidade e risco climático de extremos em áreas urbanas e megacidades. |
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PL |
3 reuniões de trabalho iniciais para organizar e conformar o grupo de trabalho intersetorial e inter institucional, junto com o INCT-Mudanças Climáticas e o Programa FAPESP de MCG. |
Criação e implementação do banco de dados, estudos e referências sobre mudanças de clima e vulnerabilidade. |
1 reunião de trabalho e workshop sobre estudos de mudanças climáticas e impactos nas megacidades São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. |
1 relatório integrado preliminar de estudos de mudanças climáticas e impactos nas megacidades São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. |
| AC |
Realizadas duas reuniões com os grupos de trabalho do INPE, USP, UNICAMP e IPT. O Sumario Executivo do Relatório de Analise dos Impactos de Mudança Climática e Vulnerabilidade nas Megacidades: Região Metropolitana de São Paulo terminado e lançado em 15 de Junho. Relatório Final já encerrado em outubro 2010 e em impressão. Reuniões iniciais para dar continuidade ao estudo de vulnerabilidade as mudanças climáticas da RMRJ realizadas em Novembro 2010. Relatório integral para RMRJ ainda em preparação. Submeter proposta FAPESP-FAPERJ para dar continuidade a este estudo, e assim obter recursos humanos, equipamentos e viagens para os grupos de trabalho principalmente de RJ. |
| AV |
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