Contrapartidas



Incorporação de temas internacionais nas aulas de graduação e pós-graduação.

O INPE, por ser um Instituição tradicionalmente internacional, naturalmente já trata de temas internacionais em seus Programas de Pós-Graduação. Dessa forma, visando consolidar a internacionalização do ensino em seus PPGs, serão adotadas as seguintes ações:

  • ampliar a participação de pesquisadores estrangeiros nas disciplinas dos cursos oferecidos de forma que as ementas sejam frequentemente atualizadas visando incorporar e atualizar temas internacionais;
  • buscar nos projetos de cooperação existentes temas que eventualmente possam ser incorporados nos cursos dos PPGs envolvidos;
  • promover fóruns de discussão entre docentes e pesquisadores brasileiros e estrangeiros na busca de temas internacionais que se alinhem com as atividades acadêmicas dos PPGs de forma que possam ser incorporados no ensino;
  • utilizar a experiência internacional de discentes, docentes e pesquisadores que atualmente participam do Projeto de Internacionalização para identificação de temas relevantes a serem incluídos nas ementas dos cursos.

Produção de material de divulgação da instituição em outras línguas, inclusive websites dos PPGs envolvidos.

  • Tradução das páginas na Internet dos Programas de Pós-Graduação do INPE para língua estrangeira, preferencialmente a língua inglesa;
  • Produção de material técnico de divulgação em outras línguas contendo o descritivo das áreas temáticas do Projeto Institucional de Internacionalização, seus principais objetivos, suas oportunidades de financiamento, metas, regulamentos com o objetivo de divulgar as atividades internacionais do INPE em eventos científicos e/ou tecnológicos no exterior, exposições, feiras de ciências e eventos de Ciência e Tecnologia no Brasil
  • Publicação de anúncios de oportunidades (bolsas, vagas para discentes e docentes, atividades especificas de projetos de cooperação) em revistas internacionais de divulgação científica e os cadernos mensais, bimestrais ou trimestrais de periódicos científicos.

Treinamento e capacitação de servidores para internacionalização da instituição.

  • Inclusão de cursos de idiomas no Programa Institucional de Capacitação do INPE, o qual é voltando para o treinamento e capacitação de servidores da Instituição através de do Serviço de Gestão de Competências (SESGC);
  • Incentivar que servidores do Instituto façam cursos de idiomas em níveis mais avançados em escolas especializadas com custos reduzidos mediante a formalização de convênios e/ou parcerias;
  • Realizar treinamento de capacitação de servidores do INPE apresentando o Plano e o Projeto de Internacionalização do Instituto, suas oportunidades, principais atividades, ferramentas, mecanismos, legislação de forma à conscientizar da importância da internacionalização, incentivando o engajamento.

Contrapartidas oferecidas pelas instituições estrangeiras que firmarem parceria com a instituição proponente

  • Acesso à infraestrutura física da instituição estrangeira como laboratórios, equipamentos de medida, computadores para realização de atividades que complementem ou se integrem às atividades de internacionalização;
  • Eventualmente, em função de acordos de parcerias e/ou projetos de cooperação, isenção de taxas escolares na Instituição estrangeira para participação de discentes brasileiros em seus Programas de Pós-Graduação;
  • Cessão de horas de pesquisadores e/ou técnicos para execução das atividades relacionadas com a internacionalização;
  • Acesso a cursos de extensão acadêmica, técnica e/ou científica gratuitos na Instituição estrangeira (a distância ou presenciais);
  • Divulgação em páginas na Internet, jornais acadêmicos, mídia escrita ou falada e/ou revistas técnico-científicas dos resultados relevantes obtidos pelos projetos de cooperação e/ou acordos de parcerias em comum.

Outras contrapartidas

Acesso a toda infraestrutura física e administrativa do INPE, o qual conta com:

  • Inúmeros laboratórios para pesquisa fundamental e aplicada entre os principais: polarimetria solar; vento solar e magnetosferas; ondas gravitacionais; geomagnetismo; astrofísica de altas energias; modelagem ambiental integrada; processamento de imagens; geoinformática; oceanografia; sensoriamento remoto aplicado à agricultura e floresta; biogeoquímica ambiental; instrumentação meteorológica, incluindo laboratórios de apoio e instrumentação como os laboratórios de propulsão; sistemas eletro-ópticos; suprimento de energia; supervisão de bordo; hardware e software; fabricação eletrônica espacial (área limpa classe 100.000); caracterização e testes de sistemas imageadores, ópticos e de atitude (estes com áreas limpas classe 10.000);
  • Ampla instrumentação de observação da Terra e do Espaço, como: sistemas de radar de laser; instrumentos imageadores de aeroluminescência atmosférica; instrumentos imageadores da Rede LEONA; radares para sondagem da ionosfera equatorial; rede de receptores para medidas da ionosfera; digissondas/ionossondas para medidas de parâmetros ionosféricos para climatologia espacial; instrumentação científica embarcada (balões, foguetes de sondagem e satélites); instrumentação “Brazilian Decimetric Array”, detector multidirecional de múons, rede de magnetômetros, entre muitos outros
  • Centro de Dados de Sensoriamento Remoto, que hospeda o banco de dados de satélites de observação da Terra e meteorológicos do Brasil, Laboratório de Eletricidade Atmosférica, que opera três redes de detecção de descargas atmosféricas, Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia, responsável pela rede SONDA de coleta de dados; Programa EMBRACE (Clima Espacial);
  • Ampla gama de recursos computacionais para apoio às atividades de pesquisa e de pós-graduação, incluindo vários clusters de uso comum e específico a projetos, supercomputador com um sistema de 31.296 processadores, servidores de alta performance computacional com dedicados à virtualização, sistema de armazenamento de dados corporativos de 2 Petabytes, sistema de telecomunicação de10 GB de rede de banda larga;
  • Diversos setores administrativos de apoio às atividades de desenvolvimento científico e tecnológico, como o Núcleo de Inovação Tecnológica (NUNIT), Serviço de Gestão de Competências (SESGC), Serviço de Relações Internacionais (SCRIN), Serviço de Tecnologia de Informação (SESTI), entre outros.