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Comunicados CRN

Publicado Por: INPE
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2018 [+]
Mai 08, 2018
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Convite da diretora da UNOOSA

Convite da diretora da UNOOSA, Simonetta Di Pippo, para o Simpósio ONU/Brasil sobre Tecnologia Espacial Básica - "Criando Novas Oportunidades com Pequenas Missões Espaciais via Satélite", que será realizado em Natal, Brasil, de 11 a 14 de setembro de 2018.



2017 [+]
Out 06, 2017
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Resultado da eleição para o Comitê Assessor da Coordenação dos Centros Regionais

Os eleitos pelo CRN para compor o Comitê Assessor são os seguintes:

Representante da carreira fim (tecnologistas e pesquisadores): Joao Gualberto De Cerqueira Junior

Representante da carreira de gestão:

Eleito: Eduardo Amorim Martins De Souza

Suplente: Guilherme Reis Pereira

Representante da unidade de Eusébio: Francisco De Assis Tavares Ferreira Da Silva


Resultado da eleição para o Comitê Assessor da Coordenação dos Centros Regionais
Out 04, 2017
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30 anos do Protocolo de Montreal - Dra. Maria Paulete Pereira Martins - Coordenadora do LAVAT

Há mais de dois séculos que o ser humano vem alterando a superfície da Terra, seus corpos d’água, oceanos e sua atmosfera. Na década de 80 foi detectada pela primeira vez uma significativa redução na camada de ozônio que envolve o planeta, a qual absorve a radiação solar ultravioleta prejudicial aos seres vivos. Em 1987 foi assinado o Protocolo de Montreal, que trata da retirada dos processos produtivos, as substâncias que destroem a camada de ozônio. Este foi o primeiro tratado sobre o meio ambiente ratificado por 197 países. O Brasil aderiu ao Protocolo de Montreal por meio do Decreto nº 99.280, de seis de junho de 1990. O Programa Brasileiro (PBH), de eliminação das substâncias que afetam a Camada de Ozônio, os Hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), já retirou 34% do consumo dessas substâncias no país, com uma meta futura de 54% a partir de 2021, até que seja banida completamente em 2040.

Neste mês de setembro de 2017, está sendo comemorado no mundo todo, os 30 anos do Protocolo de Montreal, uma vez que os resultados positivos desta ação já podem ser observados na camada de ozônio desde os primeiros anos deste século.

As pesquisas sobre o ozônio no Brasil têm mais de 40 anos, e o monitoramento realizado em Natal foi um dos pioneiros, contribuindo sobre maneira para o conhecimento e acompanhamento da camada de ozônio próximo do equador. Recentemente foi publicado um artigo no Journal of Geophysical Research, sobre o monitoramento da camada de ozônio no hemisfério sul de 1998 a 2015, por meio de sondagens atmosféricas com balão, e os lançamentos semanais realizados em Natal, apresentaram resultados com os menores desvios.

As pesquisas científicas são muito importantes para acompanhar as alterações e expandir o conhecimento. Entretanto, a mudança para atividades econômicas sustentáveis e não prejudiciais ao ambiente é o que garante o sucesso das iniciativas de preservação da vida na Terra.

Os gráficos abaixo mostram o déficit na massa de ozônio no hemisfério sul, na região onde se forma o chamado “Buraco de Ozônio”. Segundo o pesquisador Jos de Laat, da Comissão Internacional do Ozônio, foi discutido há duas semanas, que o ano de 2017, parece estar dinamicamente atípico, em relação à destruição do ozônio na Antártica. O mês de agosto de 2017 foi caracterizado por uma destruição pequena, o que indica que as temperaturas na estratosfera estão acima da média ou que as concentrações das substâncias que destroem o ozônio estão menores. Pois para que a destruição do ozônio aconteça é necessário que as temperaturas estejam muito baixas. Mas, não existem medidas da concentração dessas substâncias na estratosfera.

Até o dia 18 de setembro, a redução da camada de ozônio está bem menor do que nos últimos sete anos. O pesquisador acredita que está redução está mais associada a fatores naturais, como a redução de nuvens estratosféricas polares, do que à redução na concentração das substâncias destruidoras do ozônio.

Para maiores detalhes consulte o link do livro do MMA publicado em 2014 para a proteção da camada de Ozônio

http://simat.mma.gov.br/acomweb/Media/Documentos/6cafe5f8-0b94-4bd7-b.pdf


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Out 04, 2017
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Visita ao LAVAT da Prof. Dra. Alexsandra Bezerra Rocha e seus alunos

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Visita ao LAVAT da Prof. Dra. Alexsandra Bezerra Rocha com 31 alunos das disciplinas de Cartografia Geral e Geoprocessamento da Universidade Federal de Campina Grande-PB, Campus Cajazeiras, onde participaram do lançamento de um balão com sonda de ozônio.


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2014 [+]
Jun 28, 2014
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Chefe do CRN concede entrevista sobre o Projeto CONASAT ao Blog Brazilian Space

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Clique na imagem acima para ver a entrevista.


2013 [+]
Abr 24, 2013
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Inpe e Itaipu estudam parceria

Imagem Harpia

Harpias e outros animais podem ser monitorados por meio de uma parceria futura com o Inpe.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Itaipu estudam uma parceria para o monitoramento de animais silvestres, após reintrodução em seu ambiente natural. O primeiro passo foi dado na segunda-feira (15), com a visita do pesquisador do Inpe, José Eduardo Mantovani, ao Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), a convite de Itaipu. Doutor em Ecologia, Mantovani é uma das autoridades no País em sensoriamento remoto em ecossistemas terrestres.

Em 2007, o professor participou de um projeto para rastreamento via GPS de filhotes de harpia na Amazônia, com suporte dos satélites SCD-1, SCD-2 e CBERS. E é justamente com as harpias que Mantovani aposta em uma parceria futura com o RBV, que pode incluir ainda outras espécies como antas, onças, jaguatiricas, entre outras. “Foi um primeiro contato, mas esta visita pode render projetos futuros, embora não haja nada assinado”, afirmou o biólogo Marcos José de Oliveira, da Divisão de Áreas Protegidas (MARP.CD).

Para isso, a ideia é usar a tecnologia em fase de desenvolvimento no Inpe – como coleiras e rastreadores – para acompanhar os animais do RBV no retorno à natureza. “O acompanhamento [dos animais] é vital para o sucesso da reintrodução dos animais na natureza”, disse o professor, que elogiou o projeto de reprodução de harpias em cativeiro de Itaipu, o maior do Sul do País. No Refúgio, vivem 16 harpias.



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